terça-feira, 18 de junho de 2013

Pausa Moacyr Scliar

Pausa (Moacyr Scliar)
 Segue as etapas que compõe a situação de Leitura 4
1)      Antes da leitura:
O que fazemos aos domingos? O que sua família faz aos domingos? Passeios, casa da avó, almoço especial? Sábados e domingos são dias especiais para você, uma vez que você não vai à escola? Se a família trabalha nos fins de semana?
É necessaário fazer uma pausa entre uma semana e outro? É importante o descanso semanal?
2)      Leitura
Pedir para os alunos realizarem uma leitura silenciosa e depois levantar as hipóteses que levam Samuel a sair de casa para dormir em um hotel?
Por que ele é chamado e Isidoro pelo recepcionista do hotel?
Por que leva sanduíches?
A reposta seca que dá à esposa dá que sugere ao leitor?
Qual a classe social da personagem?
Você acha que ele virá no próximo domingo?
Descreva com suas palavras o sonho de Samuel?
Quantas horas você imagina que a personagem ficou no hotel?
3)      Depois da leitura
Pedir que os alunos realizem uma produção de texto sobre um domingo comum na vida deles.

domingo, 16 de junho de 2013

Situação de aprendizagem do texto: “Aeroporto” de Carlos Drumond de Andrade.

1ª aula: Sondagem
Nesta primeira aula, como sondagem apresentaria as seguintes questões para os alunos:

a)     Vocês já foram a um aeroporto?

b)    Quais aeroportos vocês conhecem?

c)     O que vocês esperam de um texto com esse título?

 
2ª aula: Leitura do texto com os alunos
Nesta segunda aula, faria a leitura do texto com os alunos, parando em alguns parágrafos, verificando as palavras desconhecidas para eles.


3ª aula: Introdução ao gênero descrição
Após a leitura do texto, explicaria aos alunos o conceito de descrição. Faria uma segunda leitura e procuraríamos as marcas descritivas (primeiro as marcas físicas) e depois as psicológicas e atidudinais. Retomaria o conceito de adjetivos.

4ª aula: Formas de avaliação
Como avaliação, pediria aos alunos uma pesquisa sobre o autor do texto. Pesquisas sobre os aeroportos no Brasil e um desenho de como os alunos imaginam que seja o Pedro.


Leonardo

Situação de aprendizagem dos textos: “Primeiro beijo” e da música “Eduardo e Mônica”.


No último encontro presencial do curso, nosso grupo escolheu trabalhar os textos acima. O primeiro é parte integrante do material do curso “Melhor gestão, melhor ensino”. O segundo é uma música, presente no caderno do aluno da 6ª série. O grupo optou pelo trabalho com o trabalho com estes textos, pois percebemos semelhanças temáticas entre os dois e por ser um assunto pertinente a faixa etária dos educandos (primeiro beijo).

Abaixo, encontramos a situação de aprendizagem.

Tempo previsto: 6 aulas.

1ª aula: sondagem e trocas de experiências

Na primeira aula, o professor introduziria o assunto sobre o primeiro beijo. Em uma conversa informal, perguntaria se os alunos já passaram pela experiência, o que acharam do momento. Para essa primeira aula, contaria com o apoio do professor de ciências, que também poderia participar do debate, aprofundando a conversa, introduzindo assuntos pertinentes a sexualidade e desenvolvendo um trabalho interdisciplinar.

2ª aula: apresentação do texto “Primeiro beijo” e da música “Eduardo e Mônica”.

Nesta segunda aula, seria apresentado o texto primeiro beijo e a letra de música “Eduardo e Mônica”.

3ª aula: exercícios de compreensão textual

Os alunos fariam atividades de compreensão textual. Depois seriam trabalhadas questões sobre narração (foco narrativo) e traços característicos do gênero relato.

4ª e 5ª aula: leitura do texto “Primeiro beijo” e da música “Eduardo e Mônica”.

Os alunos leriam os dois textos, a fim de identificar semelhanças e diferenças entre eles.

6ª aula: nesta aula como forma de avaliação, os alunos trariam para a classe a biografia do Renato Russo e de Antônio Barreto. Eles também trariam músicas e outros textos que falam sobre o beijo, além da reescrita de um dos textos estudados em sala, com a mudança de foco narrativo.

 

Leonardo

 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Situações de Aprendizagem

No último encontro presencial do curso MGME (melhor gestão, melhor ensino), nosso grupo trabalhou Situações de Aprendizagem o texto Avestruz de Mário Prata.


Na essência do entendimento do texto nosso grupo conclui que algumas estratégias para atrair os alunos para a leitura precisavam ser colocadas em prática. Mãos a obra, preparamos 6 aulas para conquistar o objetivo de despertar nossos alunos para conhecimentos prévios de mundo como também perceber os níveis de leitura.

1ª aula
Trabalhando com o título (Avestruz), conversar com os alunos a respeito do que eles sabem sobe este animal.
O professor fará uma primeira leitura do texto sem pausas, ao final perguntar o que eles entenderam sobre o texto e anotando na lousa que os alunos destacaram.

2ª aula
Voltaremos ao texto com cada aluno lendo um trecho do texto em voz alta, e retomando os apontamentos feitos na aula anterior e discutindo se houve acréscimo de novas informações.
A sala escolhe dois parágrafos para ser feito uma leitura coletiva para dar vida ao texto.

3ª aula
Reconhecimento de palavras que não fazem parte de seu cotidiano, trabalhando com o dicionário e se possível utilizando a sala de informática.

4ª aula
A sala se organizará em grupos, o grupo terá como objetivo de criar cinco perguntas sobre o entendimento do texto.
O professor reunirá as fichas de perguntas, produzidas pelos alunos e através de sorteio será feito perguntas para os grupos e o maior número e acertos ganha.

5ª aula
Com as palavras que eles procurarem os significados e outras que eles acharam interessante no texto, criará um caça-palavras.

6ª aula
Avaliação: cada grupo colocará sua opinião sobre as atividades e sobre a escolha do texto.

Avestruz



Avestruz
Mário Prata

      
O filho de uma grande amiga pediu de presente pelos seus dez anos, uma avestruz. Cismou fazer o quê?
 Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim porque foi aqui ao lado de casa, em Floripa, que o menino conheceu as avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles.
Aquilo impressionou o garoto. Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruzes. E se entregavam em domicílio.
E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. Avestruz foi um erro da natureza, minha amiga. Na hora de criar a avestruz, deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa uma avestruz? Entre 100 e 160 quilos, fui logo avisando a minha amiga. E a altura pode chegar a quase três metros. 2,7 para ser mais exato.
Mas eu estava falando da sua criação por deus. Colocou um pescoço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente para evitar que saíssem voando em bandos por aí assustando as demais aves normais.
Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé. Sacanagem, Senhor!
Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que logo depois, Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse: Struthio camelus australis. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha.
Pois um animal daquele tamanho deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que elas vivem até os setenta anos e se reproduzem plenamente até os quarenta, entrando depois na menopausa, não têm, portanto, TPM. Uma avestruz com TPM é perigosíssima! Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga.
Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento. Ele insiste, quer que eu leve uma avestruz para ele de.  
avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer. Foi quando descobri que elas comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeiras. Joguinhos eletrônicos, por exemplo, máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem. Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu. Pedi para a minha amiga levar o garoto num psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz.

PRATA, Mário. Avestruz.
5ª série/ 6º ano vol. 2
Caderno aluno p. 9
Caderno do Professor p. 18

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Primeira postagem e Experiências de Leitura

Como registro gostaria também de mencionar sobre as primeiras postagens em um blog. Como o tema são as primeiras experiências, esta é minha segunda postagem. Finalmente consegui. Obrigada a José e Leonardo e, claro a tutora Liana.
Segue meu primeiro contato com a leitura:

"O meu primeiro contato com a leitura foi com minha mãe. Ela sempre leu muito e era uma assídua frequentadora da biblioteca da cidade. Quando estava grávida teve inúmeras complicações e necessitou de repouso absoluto, portanto o que era um hobby virou rotina, a leitura. Após o meu nascimento os livros passaram a ser seu companheiro, pois ficava sempre solitária durante o dia enquanto minha irmã estava na escola e meu pai trabalhando. Quando estava mais "grandinha" as estórias de Monteiro Lobato começaram a fazer parte do meu cotidiano. A escolha pela faculdade de Letras foi apenas uma consequência. Faz três anos que ajudei a minha mãe a se formar na faculdade de História".

Perfil

Olá, sou Lucilene e trabalho na Rede Oficial do Governo de São Paulo há dezesseis anos e, mais uma vez, estou tentando me adaptar as ferramentas e suas tecnológias para cada vez mais poder melhorar o ensino e, também despertar o interesse dos alunos.
Atualmente, ministro aulas para a oitava série, nono ano do Ensino Fundamental II.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ESTILO DE LEITURA VOCE JÁ TEM UM?

Sempre gostei muito de ler de tudo, livros, revistas, gibis. Não tem um livro ou estilo preferido, creio que toda leitura que fazemos é aproveitável.
Gosto de ler alguns livros espíritas, aprendo muito com eles, por trazerem mensagens edificantes.
Como os colegas disseram em seus depoimentos, também  tive grandes incentivadores como a profª  Devanir uma pessoa, da qual somos amigos até hoje. Ela me deu aula há 21 anos. Toda semana, fazíamos muitas redações e ela mandava a gente ler clássicos como: Chapeuzinho Vermelho , João e Maria e fazíamos a dramatização desses clássicos em sala. Os alunos adoravam.
Atualmente, li o livro "Cinquenta Tons de Cinza", livro polêmico, mas gostei muito, por trabalhar alguns transtornos mentais do ser humano. Ganhei esse livro de uma tia, que trabalha em um hospital. Ela disse que esse livro tem sido lido por muitos médicos.

 
Leonardo

 

terça-feira, 4 de junho de 2013

VEJAM O MEU PERFIL...


 
 
 
LEONARDO LARANGEIRA TORRES (Cursista)
São Paulo-SP

Sou professor efetivo . Trabalho nas escolas Afrânio Peixoto e Casimiro de Abreu. E também na rede particular de ensino , na região da Freguesia do Ó. Atualmente trabalho com 7º, 2º e 3º anos. Gosto muito do que faço.

Minha experiência de escrita e leitura






No início a minha experiência no ambiente escolar não foi muito positiva, entendia como um castigo a restrição de minha liberdade para brincar.

Um fato marcante que fez eu a passar a gostar da escola foi o estimulo proporcionado pela minha professora do antigo primário professora Vânia que idealizou um concurso na sala de aula, para incentivar o capricho dos alunos na escrita.

Na época já gostava de escrever e tinha prazer em fazer os exercícios de caligrafia, então me dediquei ainda mais e ganhei o concurso, recebendo como prêmio o livro Robson Crusoé a partir deste momento além de escrever comecei a tomar gosto pela leitura.

Procuro seguir o exemplo da minha professora Vânia estimulando e criando espaço para criatividade e incentivando aos alunos para que eles vençam suas dificuldades e tomem gosto pela escrita e leitura.

Moral da história: tudo que é feito com carinho e estimulo chegamos a onde queremos. 



Prof. José Fiorito

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Meu perfil


    José Fiorito (Cursista)  
                          São Paulo-SP


Sou professor de Língua Portuguesa estou na rede há 17 anos, hoje estou atuando na sala de leitura com projetos do Superação Jovem do Instituto Ayrton Senna.
Gosto de ler, passear e estar sempre que possível com minha família.